Registo de Verificação
A Simbiose IA-Blockchain: Garantir a Verdade e a Autonomia na Era da Inteligência Sintética
Estado actual: Fase 2 — averbamento IGAC nº 32/2026 (5 mai 2026), versão-base v9.1.6.0. A Fase 1 (registo original) mantém-se publicada como prova de anterioridade.
O que é esta página
Esta página não é uma montra do conteúdo do livro. É uma âncora pública de integridade.
A versão-base do manuscrito — o ficheiro PDF exacto que deu origem à edição paperback — foi sujeita a duas operações criptográficas independentes: o cálculo do seu hash SHA-256 e a ancoragem desse hash na blockchain Bitcoin através do protocolo OpenTimestamps. Esta página torna públicos os artefactos dessa operação para que qualquer pessoa, a qualquer momento, possa confirmar que o manuscrito existe desde uma data específica (prova de anterioridade) e que foi registado junto de uma autoridade pública (prova de registo institucional).
Existe ainda uma terceira prova, a prova de correspondência entre um exemplar concreto e a versão registada. Essa verificação pressupõe acesso ao ficheiro-base e fica, por isso, reservada a contextos específicos — disputa de autoria, auditoria, investigação académica, perícia forense. Não é acção rotineira do leitor, mas é acção disponível quando for necessária.
A página aplica ao próprio livro a arquitectura de verificação que o livro descreve. Não lhe pede para acreditar na tese — publica as provas que lhe permitem testá-la.
O registo evoluiu em duas fases. A Fase 1 corresponde ao depósito original junto da IGAC e à primeira ancoragem Bitcoin, a 20 de abril de 2026. A Fase 2 corresponde ao averbamento de alteração de conteúdo (DL 143/2014) deferido pela IGAC a 5 de maio de 2026, que registou formalmente correcções editoriais aplicadas à versão-base; a nova versão foi novamente hashada e ancorada a Bitcoin a 6-7 de maio de 2026. Ambas as fases ficam publicadas, na ordem em que ocorreram, porque a Fase 1 mantém valor probatório como prova de anterioridade independente.
Prova criptográfica
Fase 1 — registo original (20-22 abril 2026)
Ficheiros para verificação — Fase 1
- hash_sha256_PT_base.txt — hash em texto
- A_Simbiose_IA_Blockchain_PT_base_2026-04-20.pdf.ots — prova OpenTimestamps
Fase 2 — averbamento nº 32/2026 (5-7 maio 2026)
Após o registo original, foram aplicadas correcções editoriais à versão-base do manuscrito. Ao abrigo do Decreto-Lei n.º 143/2014, a IGAC autoriza o averbamento de alteração de conteúdo, que regista formalmente a nova versão sem invalidar a anterioridade da Fase 1. O despacho de deferimento foi assinado a 5 de maio de 2026 (averbamento n.º 32/2026, DSPI). A nova versão-base foi hashada e ancorada a Bitcoin no dia seguinte, com confirmação redundante a 7 de maio.
Ficheiros para verificação — Fase 2
- hash_sha256_PT_base_v2.txt — hash em texto
- A_Simbiose_IA_Blockchain_PT_base_2026-04-30.pdf.ots — prova OpenTimestamps
Como verificar
A cadeia de prova tem três elos. Os dois primeiros são executáveis por qualquer pessoa com ligação à internet, e são suficientes para confirmar que o manuscrito existia nas datas indicadas e foi registado junto do Estado português. O terceiro só é executável por quem tenha acesso ao ficheiro-base — caso de disputa de autoria, auditoria, ou investigação — e fica documentado para quando seja necessário. As instruções aplicam-se igualmente à Fase 1 e à Fase 2: basta substituir os blocos, ficheiros e hashes pelos da fase que se pretende verificar.
1. Verificar a ancoragem na blockchain Bitcoin
Cada prova OpenTimestamps (ficheiro .ots) estabelece que o hash correspondente existia na blockchain Bitcoin a partir do bloco indicado. Cada ficheiro contém múltiplas attestations a diferentes blocos Bitcoin — uma prática normal do protocolo OTS que fortalece a prova através de redundância entre calendários independentes.
Há três caminhos para confirmar a ancoragem, com rigor crescente. Escolha aquele que se adequa ao seu contexto.
Caminho A — Existência do bloco Bitcoin (30 segundos, sem ficheiros)
Clique no link de qualquer um dos blocos referenciados nos quadros acima:
O explorador público mostra que cada bloco existe na blockchain, foi minado na data referida, e está enterrado sob a proof-of-work acumulada de todos os blocos Bitcoin minados desde então. Alterar retroactivamente o seu conteúdo exigiria capacidade computacional superior à da totalidade da rede Bitcoin durante todo o período, um custo energético astronómico que na prática torna a ancoragem imutável.
Este caminho confirma que os blocos referenciados são reais. Não prova, em si, que os ficheiros .ots desta página apontam para esses blocos — para isso, o caminho B.
Caminho B — Verificação da prova OpenTimestamps (2 minutos, sem o PDF)
Descarregue o ficheiro .ots da fase que pretende verificar e submeta-o a um verificador público que processe apenas o .ots:
- dgi.io/ots/ — ferramenta mantida pela Digital Gold Institute. Arraste o ficheiro para a caixa e o verificador devolve directamente o bloco Bitcoin e a data.
- Cliente de linha de comando (para quem prefere):
pipx install opentimestamps-clientseguido deots info ficheiro.ots, que lista as attestations Bitcoin no output.
Esta verificação prova que o ficheiro que tem em mãos aponta para o bloco respectivo. Combinada com o caminho A, estabelece que existe uma âncora Bitcoin real para o hash do manuscrito — sem requerer o PDF base.
Note que opentimestamps.org também permite verificação, mas exige o PDF original além do .ots, portanto é o caminho C abaixo.
Caminho C — Verificação criptográfica completa (requer acesso ao PDF)
Este caminho reconstrói toda a cadeia de prova: do hash SHA-256 do PDF, passando pela árvore de operações, até ao merkle root no bloco Bitcoin. Só é executável por quem tenha o ficheiro PDF base — está documentado na secção 3 abaixo.
2. Verificar o registo institucional
A Inspeção-Geral das Atividades Culturais (IGAC) mantém o registo da obra literária em arquivo próprio. O registo n.º 596/2026, deferido em 22 de abril de 2026, certifica o depósito da versão-base original (Fase 1). O averbamento de alteração de conteúdo n.º 32/2026, deferido em 5 de maio de 2026, certifica formalmente a versão-base corrigida (Fase 2). Os dois actos administrativos são auditáveis pelo número de registo e número de averbamento. O cruzamento entre as ancoragens criptográficas (provas de anterioridade pública, impossíveis de falsificar) e os actos institucionais (provas de depósito formal junto do Estado) torna virtualmente impossível contestar a autoria e a data de criação de cada versão.
Qualquer pessoa pode, em tese, consultar os registos da IGAC junto daquela entidade através dos canais administrativos normais. Na prática, para o leitor que queira apenas confirmar que o livro está registado, a menção pública dos números de registo e averbamento nesta página e nos exemplares publicados é, por si só, verificável por confronto documental.
3. Verificar a correspondência exacta do ficheiro (reservado a contextos específicos)
Esta terceira prova estabelece que um exemplar concreto do PDF é, bit a bit, o que foi hashado e ancorado. Só é executável por quem tenha acesso ao ficheiro-base — tipicamente, em contextos de disputa, perícia ou investigação formal.
Para quem esteja nesse contexto, o procedimento é trivial. Em Linux ou macOS, a partir do terminal:
sha256sum A_Simbiose_IA_Blockchain_PT_base_2026-04-30.pdf
Em Windows, a partir do PowerShell:
Get-FileHash A_Simbiose_IA_Blockchain_PT_base_2026-04-30.pdf -Algorithm SHA256
Se o valor produzido for idêntico ao publicado acima para a Fase 2, o ficheiro é, bit a bit, a versão-base actual registada. Se diferir, mesmo num único carácter, foi alterado. O mesmo procedimento aplica-se ao ficheiro da Fase 1, com o respectivo nome. O acesso aos ficheiros-base fora destes contextos não é oferecido por esta página — a edição comercial (livro publicado) é um objecto editorial distinto, com Nota de Verificação incorporada, que por definição produz hash diferente.
Âmbito da prova
Cada prova refere-se exclusivamente à versão-base do paperback da fase respectiva — manuscrito final anterior à adição da Nota de Verificação publicada no final da edição comercial. A Nota de Verificação do livro publicado cita o hash da versão-base, o que tornaria circular hashar a própria versão publicada.
O ebook e o hardcover são derivados do mesmo manuscrito editorial e partilham o conteúdo da versão-base. A prova do paperback cobre, substantivamente, os três formatos.
Fonte
Tiago Pinto, autor. Contacto via @cryptogeekpt. Esta página é servida a partir de um servidor dedicado do autor, em HTML estático, sem JavaScript, sem analytics, sem cookies, sem dependências externas. O código-fonte desta página, juntamente com os artefactos criptográficos, está publicado em GitHub para inspecção e mirror público.